<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1659995760901982&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">

Tráfico de marfim resiste à proibição, denunciam ONGs

As organizações não-governamentais WWF e Traffic denunciaram que continua havendo abertamente o comércio internacional ilegal de marfim na África, oito meses depois de vários países africanos anunciarem um plano de ação para acabar com tráfico em nível nacional.O WWF e o Traffic esperam que os membros da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestre (Cites) adotem um plano que reforce a conservação do elefante africano, tal como decidiram em sua reunião de Bangcoc em outubro de 2004.Os talhadores de marfim africanos recorrem anualmente a entre 4 mil e 12 mil elefantes, em sua maior parte procedentes do comércio ilegal.O WWF lembrou o caso do Egito, um dos países que não têm elefantes mas dispõem de um grande mercado de produtos talhados em marfim. Segundo a Traffic, em 1998 o Egito teve um comércio de presas equivalente a 310 a 875 elefantes."O governo do Egito progride, mas a responsabilidade da Cites é supervisionar o processo", disse Tom Milliken, diretor do programa Traffic na África. Milliken afirmou que, segundo dados egípcios, 80% do marfim que se trabalha nesse país procede do Sudão.A organização pediu à Cites que inclua o Egito na lista de países a investigar e a suspensão de todo comércio de espécies ameaçadas com destino a Moçambique ou de lá procedente, se esse país africano não tomar medidas para controlar seu mercado de marfim.Em relação à Etiópia, a pesquisa da WWF constatou a redução da atividade e disse que só cinco de 82 lojas controladas tinham 82 produtos em marfim à venda. No ano anterior havia cerca de 3.500 produtos."A Etiópia merece ser destacada por seus esforços, incluindo o cumprimento da lei nas fronteiras e nos mercados", disse Milliken.

Agencia Estado,

27 de junho de 2005 | 10h39

Selecione uma opção abaixo para continuar lendo a notícia:
Já é assinante Estadão? Entrar
ou
Não é assinante?
Escolha o melhor plano para você:
Sem compromisso, cancele quando quiser
Digital Básica
R$
0, 99
/ mês
No primeiro mês
R$ 8,90/mês a partir do segundo mês
  • Portal Estadão.
  • Aplicativo sem propaganda.
Digital Completa
R$
0, 99
/ mês
No primeiro mês
R$ 18,90/mês a partir do segundo mês
Benefícios Digital Básica +
  • Acervo Estadão 146 anos de história.
  • Réplica digital do jornal impresso.
Impresso + Digital
R$
20, 90
/ mês
No primeiro ano
R$ 56,90/mês a partir do segundo ano
Benefícios Digital Completa +
  • Jornal impresso aos finais de semana.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.