Umidade do ar em nível crítico de Tocantins a São Paulo

A Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional informou que a baixa umidade relativa do ar atingiu ponto crítico no Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Alertas foram enviados aos órgãos de defesa civil desses estados e do Distrito Federal. "A intenção é alertar a população para evitar riscos desnecessários", explicou a meteorologia da secretaria, Cristina Lourenço.A secretaria desaconselha a prática de atividades físicas ao ar livre e a exposição prolongada ao sol entre amanhã e depois. "É bom evitar essas atividades no período entre 10h e 18h. O momento mais crítico, ou seja, com menor umidade relativa do ar, é historicamente às 15h", completou Lourenço. Ela ressaltou ainda a necessidade de ingestão de líquidos, mais de dois litros, como forma de evitar a desidratação. É preciso ter atenção redobrada com crianças e idosos. São Paulo A Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo manteve sob o estado de atenção, pelo segundo dia, a região do Ibirapuera, por alta concentração de ozônio. Na estação medidora da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) em São Caetano do Sul, o ar também continuou inadequado pelo mesmo poluente, que é formado na atmosfera a partir da reação entre compostos orgânicos voláteis (como gasolina, diesel e álcool) e óxido de nitrogênio em dias claros e sem vento. O horário de pico de ação desse poluente ocorre entre 13 e 16 horas - quando a insolação é maior - e a Cetesb recomenda que se evite a prática de exercícios físicos.O tempo não muda até quinta-feira, permanecendo com condições meteorológicas desfavoráveis à dispersão de ozônio. Na sexta-feira, com a aproximação de uma nova frente fria, as nuvens aumentam e o vento fica mais forte, melhorando a qualidade do ar, mas ainda não deve chover, segundo o meteorologista da empresa Climatempo Alexandre Nascimento.

Agencia Estado,

06 de setembro de 2004 | 19h37

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