Variação genética favorece a artrite, mostra estudo

Gene DVWA com a proteína beta-tubulina aumenta a probabilidade de um paciente sofrer de osteoartrite

Efe

11 de julho de 2008 | 17h45

A variação de um gene para cartilagem aumenta o risco de osteoartrite, a forma mais comum da artrite, segundo um estudo publicado na versão digital da revista Nature Genetics.  Dirigido por Shiro Ikegawa, pesquisador do Centro de Medicina Genética de Tóquio, o estudo demonstra que a associação do gene DVWA com a proteína beta-tubulina aumenta a probabilidade de um paciente sofrer de osteoartrite.  A beta-tubulina contribui para a formação de estruturas subcelulares chamadas microtúbulos, cuja função é, entre outras, regular a produção de cartilagens.  Quando a beta-tubulina se associa com o gene DVWA, este interfere na conduta da própria beta-tubulina e, em conseqüência, a produção de cartilagens é prejudicada e o risco de osteoartrite aumenta.  A pesquisa foi elaborada a partir de dois grupos, ambos de indivíduos japoneses, um que padece de osteoartrite e outro livre da doença.  A osteoartrite, conhecida também como artrose, artrite degenerativa ou doença degenerativa das articulações, é um dos tipos de artrite mais comuns e consiste na desintegração das cartilagens, cuja função é proteger e revestir as extremidades das articulações.

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